Sejam todos muito bem-vindos! Depois de um ano de sucesso é chegada a hora de "mimar" o nosso blogue alterando-lhe o visual... ;) Alteram-se umas coisas, mas continua-se a apostar no mais importante: Partilha, Estudo e Brincadeira... para que possamos aprender sempre um pouco mais! Portanto mãos à obra, pois "Saber é Poder"!!! ;) Hugs and Kisses
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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

tempos e modos verbais ( formas verbais finitas e formas verbais não finitas)

Modos e tempos verbais – formas finitas

As formas verbais finitas são aquelas que variam em modo, tempo, pessoa e número.
Já aprendeste em anos anteriores a conjugar os verbos nos modos indicativo e imperativo. No 6º ano vais ficar a conhecer também o modos condicional e conjuntivo.

Modo Indicativo
modo indicativo serve para registar um facto, uma certeza ou uma verdade.
modo indicativo

Modo Conjuntivo
modo conjuntivo serve para nos referirmos a factos incertos ou duvidosos, possibilidades ou desejos.

Modo conjuntivo

Modo Condicional
modo condicional utiliza-se quando queremos referir factos que estão dependentes de uma condição, exprimir uma dúvida ou para nos referirmos a um acontecimento realizado depois de outro acontecimento passado.

Modo condicional

Modo Imperativo
modo imperativo utiliza-se para dar ordens ou conselhos ou para fazer pedidos.

modo imperativo


Modos e tempos verbais – formas não finitas

As formas verbais não finitas não têm marcas de pessoa, com excepção do infinitivo pessoal.
Nos anos anteriores já aprendeste o infinitivo impessoal e o particípio. Agora no 6º ano vais aprender também o infinitivo pessoal e o gerúndio.

Infinitivo
infinitivo expressa o sentido do verbo sem localização temporal

infinitivo

Particípio
particípio é usado nos tempos compostos e na passiva

particípio passado

Gerúndio
gerúndio traduz geralmente uma ação em curso, que pode ser simultânea de outra

Gerúndio

in: https://www.obichinhodosaber.com/2015/08/25/portugues-6o-modos-e-tempos-verbais-condicional-conjuntivo-infinitivo-e-gerundio/

Tempos e modos verbais (resumo- breve explicação)

MODO INDICATIVO é o modo da realidade, das certezas, em relação ao presente, passado e futuro.

1-      Presente do Indicativo refere factos atuais:
Ex. Faço; ponho; dou;

2-      Pretérito Imperfeito pode traduzir uma ação que durava ou que era habitual; (usa mentalmente a expressão
“antigamente eu...” para colocar o verbo nesse tempo)
Ex. Fazia; punha; dava;

3-      Pretérito Perfeito traduz uma ação pontual passada; (usa mentalmente a expressão “ontem eu...”, e não esqueças de confirmar se a terminação da 2ªpessoa do singular é –ste – repara no exemplo...)
Ex. Fiz/ fizeste; pus /puseste; dei /deste;

4-      Pretérito mais-que-perfeito só se usa para traduzir uma ação anterior a outra, também passada e o tempo simples pertence a um nível de língua cuidado. ( a sua terminação é sempre em – ra);
Ex. fizera; pusera; dera;

5-      Futuro Simples usa-se para exprimir uma ação posterior ao momento da fala ou da escrita, muitas vezes é substituído pelo Presente (a sua terminação é sempre em – rão);
Ex. farão; porão; darão;

MODO CONJUNTIVO exprime, não a realidade, mas a possibilidade, o desejo ou a dúvida.

1-      Para colocares o verbo no Presente do Conjuntivo, usa mentalmente a expressão “queres que eu hoje...” e colocarás o verbo nesse tempo)
Ex. faça; ponha; dê…

2-      Pretérito Imperfeito do Conjuntivo escreve-se sempre com ss (e encontra-lo se mentalmente usares a expressão “ se eu ontem...”)
Ex. fizesse; pusesse; desse...

3-      Futuro do Conjuntivo coloca a ação como muito provável, ou com valor condicional. (Se mentalmente usares a expressão “Quando eu...” transporás o verbo para esse tempo)
Ex. fizer; puser; der.

MODO IMPERATIVO é usado para formular um pedido ou dar uma ordem.
Só possui duas pessoas verbais (tu / vós ) e vai buscar ao Presente do Conjuntivo as pessoas verbais que não possui ( Faça! Façamos! Façam!)
Ex. Faz!; Põe! ; Dá!
 MODO CONDICIONAL é usado para traduzir a possibilidade de realização de uma ação sob condição, concretizada ou não. (Reconhece-lo facilmente pela terminação em – ria)
Ex. faria; poria; diria;

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Histórias vividas, histórias contadas... - 3º testemunho

“Histórias vividas…
Histórias contadas…”

-Entrevista: Rita Rolo (professora e ajudante da direcção).

Rita Rolo, de 41 anos, nasceu em Lisboa. Teve uma infância feliz junto da sua família, sendo a sua avó materna uma figura bastante presente na sua vida/infância.
Estudou em vários colégios: fez o 1º ciclo na Escola Dona Maia e a preparatória onde é hoje a EB2 Pedro.
Relata que os professores a marcaram positivamente e simpatizava com os colegas. Era bem comportada, mas não era estudiosa, só tinha notas razoáveis, mas estava muito atenta nas aulas.
Fez o 12º ano (aos 18 anos) no Cacém, na área de contabilidade. Era a única aluna e tinha boas notas.
Entrou na faculdade com o desejo de ser professora e por isso teve que tomar a decisão de ir estudar para fora de Lisboa.
Foi no Monte da Caparica que foi dar aulas pela primeira vez.
Hoje trabalha na nossa escola (EBI S.Bruno) como Professora e Adjunta da Direção. Gosta do que faz e não trocava por nada!
Relativamente aos alunos de hoje em dia, acha-os com pouca motivação para a aprendizagem.
Para terminar, deu-nos alguns concelhos como por exemplo:
-Aproveitar a vida ao máximo;
-Respeitar os outros;
-Estudar e tirar boas notas;
-Ter atenção a tudo o que nos rodeia, pois podemos ter experiências que não voltámos a repetir;

Diz que se tivesse mais tempo iria viajar e passar mais tempo com a filha Mariana, de 17 anos, à qual lhe transmite todos os valores que por sua vez lhe foram transmitidos pelos pais: como valorizar a família e os amigos!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Histórias vividas, histórias contadas... (1º testemunho)

“Histórias vividas, Histórias contadas...”
1º testemunho: Ana Martins (assistente operacional)

Ana Martins, de 47 anos, nasceu em Timor. Com 4 anos viu-se obrigada a fugir do seu país, por causa de uma guerra.
Passou por vários países até chegar a Portugal e uma vez cá foi muito mal recebida.
Viveu em várias localidades. Fez o Ensino Básico (antiga primária) em Lisboa, na Escola Preparatória da Ajuda. Como mudou de localidade fez o 9º ano em Oeiras, tendo que abandonar os estudos nesta altura, devido a motivos financeiros – os pais passavam por dificuldades económicas.
Relativamente à escola, achava os professores “chatos”, era uma aluna rebelde, refilona e mal comportada, não trabalhava nas aulas e estava sempre com a “cabeça no ar”. Chamavam-na ” Maria- rapaz”, pois adorava jogar à bola e aos berlindes com os rapazes e como não simpatizava  com as raparigas batia-lhes. Apesar de não gostar de estudar e de ter péssimas notas, tinha uma grande paixão pela leitura dos clássicos do “Tio Patinhas”.
Frequentou o 6ºano na escola de Miraflores, onde conheceu uma funcionária que lhe transmitiu a paixão por esta profissão. Trabalhava no bar da escola e tratava os alunos com respeito e amor.
Antes de trabalhar na escola de São Bruno trabalhou num externato particular. Na nossa escola esteve 3 anos no bar dos alunos, 8 na biblioteca e está há 4 anos no corredor. Adora as crianças e faz tudo para ajudar os alunos da escola a serem felizes… Adora dar amor aos alunos e também o seu trabalho, não o trocava por nada!
Gostaria de sentir o seu trabalho mais reconhecido, pois tem a certeza que ninguém o faz de uma forma melhor.
Na sua opinião, a escola deve mudar. Os alunos devem perceber que não podem estar sempre a brincar, devem respeitar os adultos e ser educados…”se optarem por um mau caminho é esse caminho que vão seguir”!
Fica triste por ouvir os alunos a dizer palavrões ou a serem mal educados –“parece que me estão a dar pontapés”.
“A educação parte de nós, as coisas simples enchem-me o coração…sorrir, brincar, ser bem educado, respeitar” fazem-na sentir-se feliz!
Os conselhos que nos dá:
“Aprendam o máximo; sejam felizes e consigam um trabalho”;
“Filho és, pai e mãe serás! – ajudem os vossos pais”;
“Amor, simplicidade, humildade, respeito e carinho” – são princípios/valores fundamentais para o sucesso, para vencer na vida;
Por fim, revela que gostaria de ter os filhos perto de si, de os abraçar e que estes ainda hoje lhe pedem conselhos, pois sabem que a mãe é uma lutadora!
A nós, alunos do 6ºC, resta-nos agradecer a esta mulher lutadora e inspiradora pela partilha da sua história e pela lição que nos deu.

Obrigado Dona Ana 😊

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Dia Universal dos Direitos da Criança

Hoje comemora-se o Dia Universal dos Direitos da Criança!
Em contexto sala de aula, iremos realizar atividades cujo objetivo é dar às crianças a oportunidade de refletir sobre os seus direitos, expressando o seu apoio aos milhões de crianças que estão fora da escola, desprotegidas e desenraizadas.

 Será um dia divertido com uma mensagem séria, das crianças, pelas crianças.


terça-feira, 7 de novembro de 2017

formação de palavras



Formação de palavras - Derivação - explicação e exercícios

Consultem as 10 páginas desta apresentação: http://profteresa.net/aprenderportugues/wp-content/uploads/2013/09/Formacao_de_palavras.pdf

Aristides de Sousa Mendes - biografia



palavra simples e palavra complexa


Formação de Palavras

Algumas noções importantes

Palavra simplesPalavra formada por um único radical.Exemplo: casas
Palavra complexa: Palavra formada por derivação ou por composição.
Exemplos: “caseiro” e “casa de banho” são palavras complexas.

RadicalConstituinte morfológico que contém o significado da palavra.Exemplo: cas-
BaseConstituinte morfológico, que inclui obrigatoriamente um radical, a partir do qual se formam novas palavras.Exemplo: "doc-" é a base para "adoçar";

AfixoConstituinte que ocorre associado a uma forma de base. Em português, os afixos subdividem-se em prefixos, sufixos e interfixos, consoante a posição que ocupam na estrutura da palavra.
Exemplo: Prefixo – previsão
Sufixo – felizmente
Interfixo - cafeteira


PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS

  • DERIVAÇÃO:
  • A - Processos que envolvem adição de constituintes morfológicos:
  1. Afixação: Processo que consiste na associação de um afixo a uma forma de base.
  2. Prefixação: Processo que consiste na associação de um prefixo, que se associa à esquerda de uma forma de base. Exemplo: previsão
  3. Sufixação: Processo que consiste na associação de um sufixo, que se associa à direita de uma forma de base. Exemplo: felizmente
  4. Parassíntese: Processo que consiste na associação simultânea de um prefixo e um sufixo a uma forma de baseExemplos:a[padrinh]ar; a[podr]ecer; a[joelh]ar; en[gord]ar
  • B- Processos que não envolvem adição de constituintes morfológicos:
  1. Não-AfixalProcesso de formação de palavras que gera nomes deverbais, acrescentando marcas de flexão nominal a um radical verbal. Exemplo: troc -->troca, troco
abraç --> abraço
2. Conversão – Processo de formação de palavras, também chamado derivação imprópria, que procede à integração de cada unidade lexical numa nova classe de palavras, sem que se verifique qualquer alteração formal. Exemplos: olhar (verbo)
olhar (nome)

  • COMPOSIÇÃO: Processo morfológico de formação de palavras que recorre à associação de duas ou mais formas de base.
  1. Composição morfológica: Processo de composição que associa um radical a outro(s) radical(is) ou a uma ou mais palavras.De um modo geral, entre os radicais ou o radical e a palavra associada ocorre uma vogal de ligação. Exemplos: [agr]+i+[cultura] = [agricultura]; [psic]+o+[pata] = [psicopata)
  2. Composição morfossintáctica: Processo de composição que associa duas ou mais palavras. A estrutura destes compostos depende da relação sintáctica e semântica entre os seus membros, o que tem consequências para a forma como são flexionados em número.Exemplos: [surdo-mudo]; [guarda-chuva]; [via láctea]

Ficha elaborada com base no Dicionário Terminológico
in: http://osabichaodocanico.blogspot.pt/2009/11/algumas-nocoes-importantes-radical.html

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

formação de palavras - exercícios online

Clica e testa os teus conhecimentos!

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

CD - Alimentação saudável